Nascer do sol na praia de Guaratuba com coqueiros emoldurando o horizonte

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Meditação · Palavra Pastoral

Meditação do Púlpito

Reflexão pastoral ministrada pelo Rev. Maurício Frizzas Pinto, meditando nas Escrituras para edificação da igreja.

Rev. Maurício Frizzas Pinto pregando no púlpito da IPB Guaratuba
Rev. Maurício Frizzas Pinto ministrando a Palavra
Palavra Pastoral · 02 de Setembro de 2026

A Pessoa com Deficiência à Luz da Graça e da Dignidade Humana

Texto-base: 2 Samuel 9

Vindo Mefibosete, filho de Jônatas, filho de Saul, a Davi, inclinou-se, prostrando-se com o rosto em terra. Disse-lhe Davi: Mefibosete! Ele disse: Eis aqui teu servo! Então, lhe disse Davi: Não temas, porque usarei de bondade para contigo, por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu comerás pão sempre à minha mesa.

2 Samuel 9:6-7

Mefibosete vivia em circunstâncias particularmente difíceis. Era descendente de Saul e, por pertencer à antiga casa real, poderia estar em situação de vulnerabilidade diante das disputas políticas próprias das sucessões monárquicas. Além disso, possuía uma deficiência física que afetava ambos os pés.

Segundo 2 Samuel 4:4, sua deficiência decorreu de um acidente na infância. Aos cinco anos, durante uma fuga, caiu dos braços de sua ama e ficou com uma deficiência nos pés. Sua história nos lembra que as fragilidades podem surgir em diferentes momentos da vida e que ninguém pode presumir que permanecerá sempre nas mesmas condições de saúde, força ou autonomia.

No mundo antigo, as barreiras à participação das pessoas com deficiência eram consideravelmente maiores. Muitas atividades dependiam intensamente do trabalho físico, e não existiam as atuais políticas de inclusão, acessibilidade e proteção social. Isso certamente podia restringir oportunidades, sem significar, contudo, que uma pessoa com deficiência fosse incapaz de trabalhar, servir ou participar da vida social.

Nesse contexto, a atitude de Davi se torna ainda mais significativa. Em fidelidade à aliança que havia estabelecido com Jônatas, ele tratou Mefibosete com bondade. Não o reduziu à sua deficiência nem o enxergou apenas como possível herdeiro de uma dinastia rival. Restituiu-lhe as terras de sua família e lhe concedeu o privilégio de comer continuamente à mesa do rei.

Esse gesto comunica mais do que assistência: revela acolhimento, pertencimento e honra. Mefibosete tinha nome, história, família e dignidade. A narrativa nos desafia a refletir sobre como enxergamos e tratamos aqueles cujas experiências, necessidades e limitações são diferentes das nossas.

Todos somos dependentes da graça de Deus. A condição humana, marcada pelas consequências da Queda, envolve limitações, enfermidades e diferentes formas de fragilidade. Contudo, nenhuma dessas circunstâncias elimina a dignidade conferida por Deus ao ser humano, criado à sua imagem e semelhança (Gn 1:26-27). Nosso valor não depende de força, produtividade ou autonomia, mas de nossa condição de criaturas feitas à imagem de Deus.

Em João 5:1-9, encontramos um homem enfermo havia trinta e oito anos junto ao tanque de Betesda. Jesus conhecia a longa enfermidade daquele homem e, tomando a iniciativa, curou-o, manifestando sua graça e seu poder restaurador.

Por sua vez, João 9:1-3 rejeita a ideia de que uma deficiência seja necessariamente consequência de um pecado pessoal. À luz da teologia reformada, reconhecemos que o sofrimento humano deve ser compreendido no contexto da Queda, mas isso é muito diferente de afirmar que uma pessoa com deficiência esteja sendo castigada por um pecado específico. Não devemos julgar precipitadamente nem especular sobre os propósitos particulares de Deus em cada sofrimento.

Essas narrativas nos chamam ao amor, à misericórdia e ao altruísmo. Não devemos avaliar as pessoas apenas por suas capacidades, produtividade ou grau de autonomia. Cada ser humano possui dons, possibilidades, limitações e necessidades. A deficiência não diminui o valor, a dignidade ou a humanidade de uma pessoa.

A Igreja é chamada a acolher, amar e incluir, respeitando a dignidade e a autonomia das pessoas, reconhecendo seus dons e removendo barreiras que impeçam sua participação na comunhão e na vida da comunidade.

Afinal, quem pode assegurar que permanecerá amanhã nas mesmas condições em que se encontra hoje? Todos somos frágeis e dependentes de Deus, embora essa fragilidade se manifeste de formas diferentes. Mefibosete nos lembra disso: sua deficiência decorreu de um acidente na infância.

A verdadeira maturidade cristã consiste em reconhecer nossa dependência da graça de Deus e nossa responsabilidade de amar o próximo. Mefibosete foi recebido à mesa de Davi por causa da bondade e da fidelidade demonstradas em seu favor. De modo ainda mais profundo, o evangelho nos ensina que também nós somos recebidos por Deus exclusivamente por sua graça.

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Para refletir

  • De acordo com Levítico 19:14, “Não amaldiçoarás o surdo, nem porás tropeço diante do cego; mas temerás o teu Deus”, como devemos compreender e tratar as pessoas com deficiência? De que maneira esse mandamento se relaciona com a nossa fé e com o amor ao próximo?
  • Em João 9:1-3, Jesus rejeita a tentativa de relacionar automaticamente a cegueira daquele homem a um pecado pessoal dele ou de seus pais. À luz desse texto, por que devemos rejeitar a ideia de que uma pessoa com deficiência esteja necessariamente sofrendo um castigo divino ou uma maldição? Como podemos falar sobre a soberania de Deus e o sofrimento sem ferir ou julgar precipitadamente aqueles que sofrem?
  • Jesus ensina, em Lucas 14:12-14, que devemos convidar para a nossa mesa aqueles que frequentemente não podem retribuir o convite, mencionando, entre outros, os pobres, os coxos e os cegos. Por que você acredita que Jesus dá essa recomendação? O que esse ensino revela sobre a graça de Deus, a hospitalidade cristã e o dever da Igreja de acolher e incluir pessoas que, muitas vezes, são marginalizadas pela sociedade?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 26 de Agosto de 2026

A Melhor Idade à luz de Gênesis 27

Texto-base: Gênesis 27

Diante das cãs te levantarás, e honrarás a presença do ancião.

Levítico 19:32

Gênesis 27 apresenta Isaque em sua velhice, já com a visão debilitada e consciente de suas limitações. Sua idade avançada não anulava sua dignidade, sua importância nem sua capacidade de participar das decisões familiares. Ao contrário, a narrativa nos lembra que a velhice é uma etapa da vida que merece honra, cuidado e respeito. A Palavra de Deus ensina: “Diante das cãs te levantarás, e honrarás a presença do ancião” (Lv 19.32).

O texto também nos alerta para a necessidade de proteger o idoso em suas fragilidades. Isaque foi enganado por Rebeca e Jacó, que se aproveitaram de sua limitação física e de sua dificuldade para enxergar. Sem forçar uma equivalência moderna, o episódio nos faz refletir sobre formas de abuso, manipulação e desrespeito contra pessoas idosas, especialmente quando sua autonomia é diminuída por familiares ou cuidadores. A fragilidade não deve ser motivo para exploração, mas uma oportunidade para exercer amor, honra e serviço cristão.

A Bíblia, porém, apresenta a velhice não apenas como tempo de limitações, mas também como período de frutos, promessas e novos propósitos. Sara, já avançada em idade, recebeu de Deus a graça de conceber Isaque (Gn 18.10-14; 21.1-7), mostrando que os propósitos do Senhor não estão limitados pela idade humana. Moisés foi chamado para uma grande missão quando já era idoso (Êx 7.7), e o salmista declara: “Na velhice darão ainda frutos” (Sl 92.14). A chamada “Melhor Idade” pode, portanto, ser vivida com fé, dignidade, autonomia responsável e disposição para continuar servindo ao Senhor.

Noemi também nos oferece um belo exemplo de como Deus continua agindo na vida de pessoas idosas. Viúva e retornando de Moabe para Belém juntamente com sua nora Rute, Noemi poderia ser vista apenas a partir de suas perdas e limitações. Entretanto, Deus a incluiu de maneira significativa em sua providência. Ela orientou Rute, participou dos acontecimentos que levaram ao casamento de sua nora com Boaz e, posteriormente, recebeu em seus braços o filho de Rute, Obede, que veio a ser pai de Jessé, pai de Davi (Rt 4.16-17, 21-22). Dessa maneira, Noemi, mesmo em sua velhice e depois de experimentar profundas perdas, continuou sendo instrumento de bênção para sua família e participou de uma história que conduziria à linhagem da qual viria o próprio Cristo. Sua história nos ensina que Deus não encerra Seus propósitos quando chegam as perdas, a viuvez ou a velhice.

Daniel também demonstra que a idade avançada não impede uma vida de fidelidade e coragem diante de Deus. Já em idade avançada, depois de muitos anos de serviço e testemunho, Daniel permaneceu fiel ao Senhor mesmo quando isso lhe custou ser lançado na cova dos leões (Dn 6). A tradição cronológica do livro permite situá-lo, nesse período, com mais de setenta anos. Mesmo diante de uma ameaça de morte, Daniel não abandonou sua prática de oração nem negociou sua fidelidade a Deus. Sua vida nos lembra que a “Melhor Idade” não precisa ser uma fase de inatividade espiritual, mas pode continuar sendo um tempo de testemunho, perseverança, oração e coragem. A idade pode trazer limitações físicas, mas não diminui o valor da fé nem a capacidade de glorificar a Deus.

Que a igreja e as famílias aprendam a enxergar os idosos não como pessoas descartáveis ou incapazes, mas como irmãos que possuem história, experiência, dons e dignidade concedida pelo próprio Deus. Honrar a velhice é também uma expressão de obediência ao Senhor e de amor ao próximo.

Para refletir

  • Tenho respeitado a autonomia e a dignidade dos idosos ao meu redor, conforme o princípio de Levítico 19.32?
  • Como posso ajudar uma pessoa idosa a continuar frutificando e servindo ao Senhor, à luz do Salmo 92.14?
  • Tenho confiado que Deus ainda pode realizar grandes propósitos em minha vida, independentemente da minha idade, como fez com Sara (Gn 21.1-7)?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 19 de Agosto de 2026

Ser Adulto ou Não Ser, Eis a Questão

Texto-base: Eclesiastes 3:1-8

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.

1 Coríntios 13:11

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.” — Eclesiastes 3:1-8

Palavra-chave: Maturidade

Observe algo interessante: a maturidade envolve reconhecer a fase da vida em que Deus nos colocou e assumir as responsabilidades próprias desse período. O adulto maduro não permanece indefinidamente dependente de outros para aquilo que já pode e deve fazer por si mesmo. Ele aprende a assumir responsabilidades, trabalhar, administrar seus recursos, cumprir seus compromissos e considerar as consequências de suas escolhas.

Há, porém, formas de imaturidade que podem permanecer mesmo na vida adulta. Algumas pessoas resistem em assumir responsabilidades; outras permanecem dependentes dos pais quando já possuem condições de prover o próprio sustento. Há ainda aquelas que não desenvolvem responsabilidade no trabalho ou comprometem seus recursos em jogos e apostas, trazendo sofrimento e frustração para si mesmas e para suas famílias.

Por outro lado, amadurecer não significa abandonar tudo aquilo que há de bom na infância e na juventude. Um adulto pode conservar a capacidade de se alegrar, contemplar, criar, cultivar amizades e apreciar as coisas simples da vida. A maturidade não exige que abandonemos a alegria e a simplicidade, mas que deixemos para trás a infantilidade e aprendamos a agir com responsabilidade e sabedoria.

Ser adulto é reconhecer que chegou o tempo de assumir responsabilidades: colher, abençoar, ensinar, trabalhar, produzir e edificar. Esse período também apresenta dificuldades. Há cobranças, responsabilidades, competição, frustrações e a percepção cada vez mais clara de que o tempo passa e a vida é breve.

Eclesiastes nos lembra que há um tempo determinado para cada coisa e que nossa existência está debaixo da soberania de Deus. Por isso, não devemos viver dominados pelo medo do futuro nem pela ansiedade diante do envelhecimento. Precisamos aprender a contar os nossos dias e a empregá-los de maneira sábia, buscando viver para a glória de Deus.

A verdadeira maturidade, portanto, não consiste apenas em envelhecer ou adquirir independência financeira. Também precisamos crescer espiritualmente. Paulo ensina que há uma diferença entre a condição infantil e a maturidade. Na vida cristã, somos chamados a abandonar a imaturidade e crescer no conhecimento de Cristo, na fé, no amor e na santidade.

Assim, ser adulto é mais do que alcançar determinada idade. É reconhecer o tempo e as responsabilidades que Deus nos concedeu, viver debaixo de sua providência e buscar crescer em sabedoria e santidade. A vida passa rapidamente, mas aquele que vive para o Senhor não vive em vão.

Para refletir

  • Assim como existe maturidade física e emocional, também existe maturidade espiritual. À luz de 1 Coríntios 13:11 e de outros textos bíblicos, o que devemos fazer para crescer espiritualmente e abandonar a imaturidade?
  • Como a compreensão de que nossa vida está debaixo da providência de Deus pode nos ajudar a enfrentar as responsabilidades, as dificuldades e o envelhecimento próprios da vida adulta?
  • As diferentes fases da vida ocorrem de maneira gradual e podem apresentar ritmos diferentes para cada pessoa. Como as comparações e os padrões apresentados pelas redes sociais podem afetar negativamente nossa percepção de nós mesmos e das diferentes etapas da vida?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 29 de Julho de 2026

Criança, eu?

Texto-base: Mateus 18:1–5

E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.

Mateus 18:3

Você já parou para refletir sobre a profundidade do mistério da Trindade? O Deus Todo-Poderoso subsiste eternamente em três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. A segunda pessoa da Trindade é o Filho eterno, Jesus Cristo. Na plenitude dos tempos, sem deixar de ser Deus, o Filho assumiu a natureza humana. Assim, o Deus eterno e imortal entrou na história por meio da encarnação.

Jesus foi concebido no ventre de Maria pelo poder do Espírito Santo, nasceu em Belém, foi colocado em uma manjedoura, cresceu sob os cuidados de José e Maria, recebeu educação em seu lar, conviveu com sua família e com a sociedade de sua época e, como verdadeiro homem, passou pelas diferentes fases do desenvolvimento humano até atingir a maturidade.

Essa breve introdução nos lembra de que o Filho de Deus experimentou todas as etapas próprias da natureza humana, inclusive a infância. Embora esse período seja relativamente breve, ele exerce profunda influência sobre toda a vida. O nosso versículo-chave ensina que, em certo sentido, todos devemos nos tornar como crianças para entrar no Reino dos Céus. Portanto, refletir sobre a infância nos ajuda a compreender importantes aspectos da vida cristã.

Os Evangelhos registram poucos episódios da infância de Jesus, mas eles são suficientes para revelar aspectos importantes de sua humanidade perfeita. Podemos imaginar o cuidado, a responsabilidade e o amor dedicados a Ele por José e Maria. Jesus foi concebido pelo Espírito Santo, amado desde o ventre materno e criado em um ambiente de piedade e obediência à Lei de Deus.

A infância costuma ser marcada pela simplicidade, pela confiança, pela capacidade de aprender e pela disposição para depender daqueles que cuidam de nós. As alegrias mais profundas das crianças geralmente estão nas coisas simples: a convivência familiar, as refeições compartilhadas, as brincadeiras e o carinho recebido. Em um mundo cada vez mais acelerado e marcado pelo individualismo, recuperar a capacidade de valorizar aquilo que realmente é essencial constitui uma importante lição para a vida cristã.

Entretanto, a Bíblia também ensina que as crianças não são moralmente neutras nem naturalmente inocentes diante de Deus. Como afirma Gênesis 8:21: “Porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade.” A doutrina bíblica do pecado original nos lembra de que todos necessitamos da graça de Deus desde o nascimento. Ainda assim, podemos aprender com as crianças virtudes como a humildade, a confiança, a dependência e a simplicidade, características destacadas pelo próprio Senhor Jesus em Mateus 18. Cabe aos pais, à igreja e à sociedade proporcionar às crianças um ambiente de amor, disciplina, instrução e cuidado, para que sejam conduzidas no caminho do Senhor.

Para refletir

1. Considerando Lucas 2:41–52, o que esse episódio da infância de Jesus revela sobre sua identidade, sua missão e sua relação com seus pais? O que esse texto nos ensina sobre o relacionamento entre pais e filhos?

2. Em Mateus 19:13–15, Jesus acolhe e abençoa as crianças. Em Mateus 18:1–5, Ele afirma que devemos nos tornar como crianças. Quais características das crianças Jesus apresenta como modelo para seus discípulos?

3. Em uma sociedade marcada pelo orgulho, pela violência e pela autossuficiência, como a humildade, a confiança em Deus e a simplicidade, ensinadas por Jesus, podem transformar nossa maneira de viver?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Para refletir

  • Considerando Lucas 2:41–52, o que esse episódio da infância de Jesus revela sobre sua identidade, missão e relação com seus pais?
  • Em Mateus 19:13–15, Jesus acolhe e abençoa as crianças. Em Mateus 18:1–5, Ele afirma que devemos nos tornar como crianças. Quais características das crianças Jesus apresenta como modelo para seus discípulos?
  • Em uma sociedade marcada pelo orgulho, pela violência e pela autossuficiência, como a humildade, a confiança em Deus e a simplicidade, ensinadas por Jesus, podem transformar nossa maneira de viver?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 15 de Julho de 2026

O Lado Miserável da Riqueza

Texto-base: Tiago 5:1-6

Oprimistes e matastes o inocente. Não resistirá Deus contra vós?

Tiago 5:6

O Salmo 73 é um dos maiores tratados da Bíblia sobre um tipo de riqueza que raramente paramos para contemplar: a "riqueza miserável", por mais paradoxal que isso possa parecer. É exatamente essa realidade que Asafe descortina no salmo em questão, aproximadamente mil anos antes do nascimento de Cristo.

Asafe confessa que sua fé no Deus Altíssimo ficou abalada ao notar a prosperidade dos ímpios. Absolutamente alheios ao temor do Senhor, eles praticam todo tipo de egoísmo e vivem regaladamente, indiferentes a qualquer conceito de misericórdia e compaixão. O salmista, após muito sofrimento, compreendeu que tal estilo de vida, por mais próspero e confortável que pareça, não subsistirá ao julgamento divino.

Como já estudamos nos temas anteriores da epístola de Tiago, a literatura sapiencial e poética é aqui retomada e revestida da teologia ensinada por Jesus Cristo. Nesta seção, ressurge uma profunda reflexão sobre a miséria que é a vida de uma pessoa rica sem o temor a Deus. Assim como no Salmo 73, os ricos descritos por Tiago não representam a totalidade das pessoas que possuem bens, até porque o conceito de riqueza é relativo e temporal.

Dessa forma, cabe uma reflexão inicial: quem seriam esses ricos? Nós poderíamos ser considerados os ricos descritos por Tiago? Quem são as pessoas opressoras que receberão o justo castigo de Deus?

Mais importante do que quantificar bens é esquadrinhar o perfil de quem pratica a injustiça. São ímpios os que enriquecem às custas do sofrimento, da fome e da doença alheia, mostrando-se insensíveis à humanidade do próximo e incapazes de se colocar no lugar do semelhante. Pior: são incapazes de reconhecer que existe um Deus Criador, o Senhor que soberanamente determina o destino de cada indivíduo.

Portanto, se dispomos de recursos abastados, nosso dever é compartilhar e abençoar, granjeando nossos bens com honestidade e sem egoísmo. Seria da vontade de Deus que alguém enriquecesse demasiadamente à custa do trabalho alheio? Sabemos que essa é uma realidade assoladora e cruel, da qual é quase impossível fugir. Temos de passar por essa realidade como fez Asafe, mas não de forma inconsciente.

A Palavra de Deus nos ensina que o castigo dos opressores é certo. Ter convicção disso é um convite para vivermos pela fé, e não pelo que os nossos olhos contemplam. Nossa verdadeira riqueza consiste em realidades espirituais e eternas. O conforto material pode ser uma bênção, contanto que não seja o determinante de nossa felicidade.

Para refletir

  • A coroa é um símbolo universal de riqueza e realeza, um verdadeiro memorial de vitória e elevação. De acordo com 2 Timóteo 4:8, qual é a coroa reservada aos crentes?
  • Muitas vezes nossa carnalidade aflora e somos seduzidos pelos encantos do mundo. O que 1 João 2:15-17 nos ensina a esse respeito?
  • A humildade e o quebrantamento são os antônimos da arrogância e da soberba. O que o Salmo 51:17 nos ensina sobre a postura que agrada a Deus?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 1º de Julho de 2026

Se Deus Quiser

Texto-base: Tiago 4:13-17

Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por um instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser.

Tiago 4:14-15

“Se Deus quiser”... Eis a condição teológica de todo projeto. Certamente todos nos recordamos de nossos avós humildemente proferindo essas palavras, em tom quase solene, diante de toda e qualquer expectativa futura. Tal expressão não se trata de um mero costume antigo ou de um estado de pacata conformidade. Antes, é fruto da observância bíblica e de um entendimento humilde e cheio de fé diante da vida. O texto em estudo concilia o tema da efemeridade da existência, da fragilidade dos projetos humanos e da completa dependência que devemos nutrir com relação a Deus e aos Seus planos para nós.

Tiago retoma a literatura sapiencial (Salmos, Provérbios e Eclesiastes), revestindo com a perspectiva cristã os mais imutáveis princípios norteadores da existência humana. Nesta reflexão, ressurge um dos primeiros dilemas teológicos apresentados na Bíblia: a fugacidade e a efemeridade da vida. O livro de Gênesis nos apresenta a história de Abel, um jovem que foi brutalmente assassinado por simplesmente fazer o que era bom. Abel foi amado por seus pais e, mais ainda, por Deus — afinal, ele apresentou uma oferta agradável ao Senhor. Ele não merecia morrer, menos ainda de forma tão violenta. Justamente por isso, seu nome significa “sopro” ou “vapor”. A Bíblia é verdadeira e reflete as coisas como são, e não como idealizamos que deveriam ser. Tiago nos chama a um duro choque de realidade: assim como Abel, nós também somos um sopro, sujeitos às vicissitudes e ao imerecido.

Como já dizia Salomão, não há nada de novo debaixo do sol. O texto sobre o qual nos debruçamos inicia-se com a ilustração do desejo humano de prosperar, fazer bons negócios e enriquecer. Afinal de contas, onde está o erro em enriquecer de forma justa, empreendedora e correta? Concordemos que não há problema algum nisso. Contudo, nossas vidas não são regidas por uma mera lógica mecanicista. Somos “sopro”. Nem sempre colhemos o que plantamos — lembremo-nos de Abel. Na real dinâmica da vida, é preciso levar em conta a nossa finitude; e é justamente aí que somos remetidos a uma das maiores virtudes cristãs: a humildade.

Tudo vem de Deus; nada temos e nada somos por nós mesmos. Somos completamente dependentes da vontade divina. Verbalizando ou não um “Se Deus quiser”, o que irá acontecer é exatamente o que já está determinado nos desígnios eternos do Senhor. Quando dizemos o nosso “Se Deus quiser” de cada dia, estamos apenas professando nossa fé e nossa total dependência do Deus de nossas vidas.

Para refletir

  • Tendo por base o texto de Lucas 12:19-20, como devemos encarar o futuro?
  • Leia o Salmo 39:6-13 e reflita sobre a expressão do versículo 7: “Tu és a minha esperança”. Em quais circunstâncias você tem depositado sua esperança em Deus?
  • Tiago 4:16 nos fala que o orgulho (a jactância) é maligno. Em sua opinião, por que o orgulho é um sentimento tão perigoso para a vida de fé?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 23 de Junho de 2026

O Coração do Crente

Texto-base: Tiago 3:13 a 4:10

A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento.

Tiago 3:17

Ah, o coração humano!

Por muitos séculos, a medicina considerou o coração um órgão que não deveria ser tocado em hipótese alguma. A expressão latina “Noli me tangere” (Não me toques) era a máxima médica quando o assunto era a cirurgia cardíaca. Atualmente, sabe-se que não apenas o coração é um órgão vital, mas também o cérebro, os pulmões, o fígado e os rins são essenciais para a manutenção da vida.

De qualquer forma, a Bíblia retrata o coração humano como a sede de nossas emoções, vontades e virtudes. Ele não está associado simplesmente a mistérios místicos, mas sim ao nosso universo imaterial: tudo aquilo que compõe o nosso íntimo, como sentimentos, inclinações, decisões e valores. Diferentemente da antiga recomendação médica, a Palavra de Deus nos ensina, desde o princípio dos tempos, que devemos tratar o nosso coração com o máximo zelo.

Não pode haver em nosso íntimo espaço para sentimentos nocivos, como inveja, amargura ou espírito faccioso. Tais pecados contaminam a alma e arrastam toda a nossa vida para a ruína. Muitas vezes atribuímos ao destino as desventuras que vivemos, contudo, são as intenções e perspectivas do nosso coração que ditam os nossos caminhos. Um coração puro, repleto de virtudes santas e consagrado a Deus, é capaz de iluminar nosso caminhar e nos fazer contemplar a obra que o Senhor realiza em nossa existência. A pureza de coração nos coloca em perfeita sintonia com os propósitos divinos, impulsionando-nos a praticar as boas obras que Deus requer de seus filhos e filhas.

É do coração humano que nascem os sentimentos que culminam em disputas torpes, guerras e todo tipo de violência. Em contrapartida, é nos corações cheios da presença de Deus que florescem os gestos de compaixão, as atitudes de misericórdia e tudo mais que nos dignifica e nos identifica como cristãos. Tiago nos adverte que até mesmo para pedirmos algo a Deus devemos ter sabedoria. Nossas petições não podem ser egoístas, buscando soberba ou ambicionando os luxos deste mundo; antes, devemos resistir às tentações fundamentadas na vaidade e no individualismo.

Limpai o coração! Essa é a ordenança bíblica e o segredo para uma vida cristã frutífera.

Leia o texto de Provérbios 4:23 e responda às seguintes questões:

Para refletir

  • Como podemos guardar o nosso coração e o que isso significa na prática?
  • De acordo com Tiago 4:3, qual critério deve guiar as nossas orações e petições a Deus?
  • Tendo por base Tiago 4:10, por que a humilhação diante de Deus é necessária? O que essa atitude significa para você hoje?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 16 de Junho de 2026

A Língua e a Santificação da Fala

Texto-base: Tiago 3:1-12

Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva!

Tiago 3:5

O que é, o que é… “Mora numa casa de osso, está sempre molhada e, quando se irrita, escapa e dá uma ciscada”?

E aí? Adivinhou?

Sim, é a língua. Nosso precioso órgão associado à comunicação. Mais do que isso, ela é responsável por definir quem somos e como somos definidos pelos outros. Por meio de nossa fisionomia, imprimimos nossa forma ao mundo; e, com a língua, revelamos nossa natureza existencial mais profunda. Tendo em vista que, para o escritor bíblico, o conteúdo das coisas é mais importante do que a forma, a língua — ou seja, a comunicação — ganha especial destaque no Novo Testamento.

A perícope em tela inicia-se trazendo uma exortação quanto à responsabilidade dos mestres, isto é, daqueles incumbidos de ensinar. Ensinar qualquer assunto exige grande seriedade. Quando se ensinam questões de fé, a responsabilidade é redobrada pelo simples motivo de que os ensinamentos concernentes à fé conduzem à salvação de nossas almas. Do mesmo modo, ensinamentos tortuosos e errôneos afastam as pessoas de Deus, ocasionando graves prejuízos e toda sorte de tragédias.

Todos nós somos responsáveis pelas coisas que dizemos. Há consequências em tudo o que comunicamos. Tiago faz duas analogias: a do cavalo, guiado pelo freio na boca, e a do timoneiro, que conduz a embarcação pelo leme. Nossa língua revela por quem somos guiados. Se Cristo se fizer o timoneiro de nossa vida, nosso destino será certo.

Outra imagem é a da pequena fagulha que pode pôr fogo em uma floresta inteira. Basta uma palavra dita sem pensar — maliciosa, sarcástica, irônica, depreciativa, leviana — para que uma série de males aconteça. A própria etimologia da palavra “maldita” (mal dita) já nos ensina isso.

Há também a imagem da serpente, que traz peçonha mortífera, e a da fonte de água, que não jorra água pura e água podre ao mesmo tempo. Uma pessoa que é de Deus não pode proferir coisas impuras. Devemos ser um manancial de bênção — e isso exige a santificação de nossa língua.

Para refletir

  • Qual das imagens utilizadas por Tiago neste texto mais chamou a sua atenção?
  • Você acha que existe algum contexto no qual o cristão possa falar o que quiser sem sofrer consequências? (Humor, esportes, amizades)
  • Sabe-se que a palavra dita é como uma flecha lançada: não há como voltar atrás. Cite formas de tentar consertar as coisas quando falamos algo que ofende alguém.

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Palavra Pastoral · 24 de Maio de 2026

Praticantes da Palavra

Texto-base: Tiago 1:22

Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.

Tiago 1:22

Se você está lendo esta mensagem, é porque se encontra na igreja e se importa com ela, tendo decidido dedicar alguns minutos do seu domingo para meditar nos ensinamentos do Senhor para sua vida. Certamente, é desejo do Pai que todos os seus filhos e filhas O conheçam e tenham comunhão com as coisas do Alto.

A Bíblia relata que, nos tempos de Jesus, existia um grupo de pessoas que se esforçavam bastante para conhecer ao máximo a vontade do Senhor e também para aplicar tudo aquilo que aprendiam. Eram indivíduos muito devotos aos preceitos da Lei. O texto sagrado os chama de fariseus (Lucas 18:9-14). Eles eram extremamente rigorosos em seu modo de viver a religião, e tal rigidez acabou por estragar o que verdadeiramente importa: uma fé viva, autêntica, cheia de piedade e boas ações.

O Livro de Tiago é uma carta endereçada a todo cristão que deseja caminhar de modo agradável ao Senhor Jesus Cristo. Da mesma forma que os fariseus do passado, atualmente existem aqueles que agem de maneira idêntica dentro das igrejas, julgando-se melhores que os outros. Devemos refletir seriamente em nossas atitudes para não sermos os fariseus da atualidade!

Qual seria, então, a forma correta de servir ao Senhor? Como escapar do constante perigo do farisaísmo moderno?

A Epístola de Tiago nos aponta o caminho: devemos vivenciar a fé. A Palavra nos ensina que o conhecimento sagrado deve ser posto em prática a cada dia, e que precisamos olhar o mundo com pureza e bondade. Deus não quer que sejamos Seus juízes aqui na Terra. A vontade do Senhor é que cada cristão seja um representante de Seu amor (Lucas 10:25-37).

Para refletir

  • Você tem conseguido conciliar seu crescimento na Palavra com gestos de piedade e de ajuda ao próximo?
  • Você já parou para pensar na diferença que há entre julgar as situações e julgar as pessoas?
  • Qual aspecto de sua vida você acha importante melhorar para ter uma vida de mais intimidade com Deus?

Em Cristo,

Rev. Maurício Frizzas Pinto

Nossas Raízes

A história da Igreja Presbiteriana do Brasil

Pioneiros da fé reformada — ilustração histórica

Fundação

Iniciada pelo missionário Ashbel Green Simonton, que desembarcou no Brasil em 1859 e fundou a primeira igreja em 1862.

Primeiros Passos

Simonton, com a ajuda de outros missionários como Henry Milford, estabeleceu as bases da denominação, incluindo a fundação do primeiro presbitério em 1865.

Influência Calvinista

A IPB tem raízes nas reformas protestantes suíça e escocesa do século 16, com figuras como João Calvino e John Knox.

Expansão e Legado

Ao longo do tempo, a IPB cresceu e enfrentou desafios. A história da denominação é marcada pela dedicação dos pioneiros, que estabeleceram um legado de fé e organização eclesiástica que persiste até hoje, celebrando mais de 160 anos de atividades no Brasil.

Primeiro local da Igreja Presbiteriana do Brasil em Guaratuba — fachada azul com letreiro
Onde tudo começou

O primeiro local da nossa igreja

Este foi o primeiro endereço onde a Igreja Presbiteriana do Brasil começou suas atividades em Guaratuba. Uma estrutura simples, mas cheia de fé, onde os primeiros cultos foram celebrados.

Diário da Obra

A história que estamos construindo — tijolo por tijolo.

Da terra batida ao letreiro aceso. Cada foto abaixo registra uma etapa real da edificação do nosso templo em Guaratuba.

Grupo Familiar
01 · Grupo Familiar

Grupo Familiar

Grupos Familiares Presbiterianos — reuniões aos sábados, 19h30. As sementes da igreja em Guaratuba.

Grupos dos Primeiros Cultos da Congregação
02 · Abr · 2011

Grupos dos Primeiros Cultos da Congregação

30 de abril de 2011 — os primeiros registros oficiais da Congregação Presbiteriana de Guaratuba.

Primeiras Confraternizações
03 · Dez · 2011

Primeiras Confraternizações

Dezembro de 2011 — as primeiras confraternizações dos membros da Congregação Guaratuba — IPB.

Estruturas erguidas
04 · Colunas

Estruturas erguidas

Içamentos e fixações das colunas pré-moldadas — as estruturas do novo templo tomando forma.

Coberturas em montagem
05 · Cobertura

Coberturas em montagem

Montagens das estruturas metálicas dos telhados — abrigos preparados para receber a igreja.

Entregas das peças
06 · Lajes & Vigas

Entregas das peças

Chegadas das vigas e lajes pré-fabricadas para concluir as edificações do templo.

Edificação
07 · Edificação

Edificação

Estruturas erguidas em dois pavimentos, paredes de tijolo à vista — os espaços do templo ganhando suas formas definitivas.

Agenda da Semana

Venha adorar conosco.

Nosso templo está sempre de portas abertas. Escolha o horário que funciona melhor para você — visitantes são muito bem-vindos.

Domingo
18h00
Escola Bíblica Dominical
Domingo
19h30
Culto da Noite
Culto na Igreja Presbiteriana de GuaratubaSalão amplo da igreja
Comunhão

Culto Familiar Semanal — nos Lares

Toda semana abrimos as portas das nossas casas para um tempo de adoração, oração e estudo da Palavra em família. Um momento simples, acolhedor e transformador.

Nos Lares

Reuniões semanais nas casas dos membros, com ambiente familiar e acolhedor.

Para Todos

Famílias, vizinhos, amigos e visitantes — todos são bem-vindos à mesa.

Comunhão Viva

Tempo de oração, leitura bíblica e cuidado mútuo entre os irmãos.

Participe

Quer abrir seu lar ou visitar um culto familiar?

Fale conosco
Registros

Encontro de oração e estudo nos lares durante a semana

Irmãos reunidos em um lar para oração e estudo bíblico — registro 1
Irmãos reunidos em um lar para oração e estudo bíblico — registro 2
Agenda Semanal

Cultos Semanais nos Lares

A cada semana nossa igreja se reúne em um lar diferente para um tempo de adoração, oração e estudo da Palavra. Acompanhe aqui os registros mais recentes.

Tempo Preciso com Deus e Comunhão com Irmãos

02 de Junho de 2026Lar do Irmão Ricardo e AnaCoroados
Culto semanal no lar de Irmão Ricardo e Ana — Coroados — foto 1
Culto semanal no lar de Irmão Ricardo e Ana — Coroados — foto 2
Memória viva · Edição especial

Culto de Gratidão pelos 15 anos da IPB Guaratuba

Celebramos com gratidão a Deus os 15 anos de caminhada da nossa igreja, evangelizada pelo Pastor Eulino Souza em Guaratuba, em comemoração também aos 255 anos do município. Recebemos com alegria o prefeito Maurício e sua equipe administrativa municipal.

Pastor pregando durante o culto de gratidão dos 15 anos da IPB Guaratuba
Pastor Eulino Souza pregando ao púlpito
Ministério de louvor conduzindo a celebração
Congregação reunida no culto comemorativo
Liderança da igreja reunida ao altar
Momento de oração em ação de graças
Vista geral do templo durante a pregação do culto comemorativo
Ministério de louvor com violões e teclado
Congregação em pé entoando hinos de gratidão
Irmãos atentos durante a pregação
Crianças da igreja sorrindo durante a celebração
Liderança e convidados reunidos ao altar no encerramento do culto
15
anos da IPB em Guaratuba
255
anos do município de Guaratuba
+
Presença do prefeito Maurício e equipe municipal
Ministério de Louvor · Ensaios

Ensaio do Coral com nossa Musicista Simone

Vozes que se unem em adoração. Sob a regência da nossa querida musicista Simone, o coral da IPB Guaratuba se reúne semanalmente para ensaiar os hinos que conduzem a congregação à presença de Deus.

Coral da IPB Guaratuba reunido ao redor do teclado com a musicista Simone após ensaio
Coral da IPB Guaratuba durante apresentação no culto
Nova geração · Louvor

Louvor e adoração com crianças e adolescentes

Momentos de alegria, fé e comunhão — nossas crianças e adolescentes cantando, brincando e adorando ao Senhor juntos.

Crianças e adolescentes da IPB Guaratuba em momento de louvor e comunhão — registro 1
Crianças e adolescentes da IPB Guaratuba em momento de louvor e comunhão — registro 2
Crianças e adolescentes da IPB Guaratuba em momento de louvor e comunhão — registro 3
Vídeos · Ministério de Louvor

Coral da Igreja

Momentos de adoração registrados em vídeo pelo nosso coral.

Coral da IPB Guaratuba em apresentação.

Participantes

Pastor Lino, Goreti, Gilnei, Simone, Sionite, David, Heron, Carmen, Katia, Marli, Leticia, Rev. Mauricio

Família IPB · Momentos especiais

Homenagem às Mães e oração de agradecimento

Em uma noite repleta de afeto, a igreja se reuniu para honrar as mães da nossa comunidade — pilares de fé, amor e oração. Sob a Palavra de Romanos 10.10, elevamos uma oração de gratidão a Deus pela vida de cada uma delas.

Mães da IPB Guaratuba reunidas ao altar durante a homenagem e oração de agradecimento
Missões · Maio de 2025

Início do trabalho da IPB de Pontal

Em maio de 2025, com gratidão a Deus, registramos o início do trabalho da Igreja Presbiteriana de Pontal, em parceria com a Junta de Missões Nacionais. Uma nova congregação nascendo para a glória de Cristo.

Congregação reunida em frente à fachada da Igreja Presbiteriana de Pontal no início dos trabalhos
Foto oficial da inauguração do trabalho missionário da IPB de Pontal em maio de 2025
Igrejas irmãs · Comunhão

Aniversário da IPB de Pontal

Celebramos com alegria mais um ano de vida da IPB de Pontal, ao lado do Reverendo Marivaldo Gouveia, do irmão Heron e dos cristãos que partilham conosco a fé em Cristo. Uma noite de gratidão, louvor, comunhão e Santa Ceia.

Irmãos da IPB de Pontal reunidos para foto comemorativa do aniversário
Aniversariante soprando a vela do bolo durante a celebração
Reverendo Marivaldo Gouveia com pastores e presbíteros ao redor da mesa da Santa Ceia
Irmãos cantando e batendo palmas em momento de louvor
Aniversariante posando com familiares ao lado do bolo
Família reunida ao redor do bolo de aniversário
Ministério de louvor com violões e teclado conduzindo a celebração na IPB de Pontal
Nova geração · Comunhão

Nossos jovens e adolescentes da IPB de Guaratuba

Crescer em , amizade e alegria. Nossos jovens e adolescentes vivem a comunhão da igreja em momentos de convívio, ensino da Palavra e muita partilha — uma geração formada para servir a Cristo.

Jovens e adolescentes da IPB Guaratuba reunidos no salão de comunhão
Adolescentes e crianças partilhando lanche em momento de comunhão
SAF · Brasília

Congresso Nacional da SAF em Brasília

Nossas irmãs da Sociedade Auxiliadora Feminina representaram a IPB Guaratuba no Congresso Nacional da SAF, em Brasília. Dias de comunhão, ensino e renovação espiritual ao lado de mulheres presbiterianas de todo o Brasil.

Irmãs da SAF da IPB Guaratuba reunidas no auditório do Congresso Nacional da SAF em Brasília
SAF · Diretoria

Diretoria da SAF — Sociedade Auxiliadora Feminina

Mulheres comprometidas com a obra do Senhor, conduzindo a SAF da IPB Guaratuba com dedicação, oração e serviço à comunidade.

Diretoria da SAF da IPB Guaratuba
  • 1
    Presidente
    Simone
  • 2
    Vice-Presidente
    Cirlene
  • 3
    Secretária
    Marilda
  • 4
    Vice-Secretária
    Marly
  • 5
    Tesoureira
    Goreti
CAL 2.0 Brasil · 12 a 15 de maio

Treinamento de Discipulado Teleios em São Paulo

Nos dias 12 a 15 de maio, estivemos na Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, para o Treinamento de Discipulado Teleios — CAL 2.0 Brasil, ministrado pelos nossos irmãos coreanos da Igreja Presbiteriana de Sarang (SaRang Church), de Seul, na Coreia do Sul. Dias preciosos de ensino, comunhão e edificação ao lado de irmãos de todo o Brasil.

Foto oficial do CAL 2.0 Brasil — Treinamento de Discipulado Teleios na IP de Pinheiros
Vídeo do Treinamento de Discipulado Teleios — CAL 2.0 Brasil
Vista geral do auditório lotado no CAL 2.0 Brasil
Irmãos da IPB Guaratuba com líder coreano da Igreja Presbiteriana de Sarang
Pastores coreanos ministrando ensino durante o treinamento Teleios
Preletores da SaRang Church pregando ao púlpito
Encontro com líderes coreanos no palco do CAL 2.0
Momento de comunhão com irmão presenteando o Novo Testamento
4
dias de treinamento (12 a 15 de maio)
IP
Pinheiros — São Paulo, sede do evento
🇰🇷
Ensino dos irmãos da SaRang Church, Seul — Coreia

Missões · Brasil & Angola

Encontro Missionário · Angola

Recebemos com alegria o Rev. Antônio Bento, pastor da Igreja Presbiteriana Ebenezer, em Luanda — Angola, para um tempo de comunhão, louvor e partilha do trabalho missionário entre os dois países.

Rev. Antônio Bento ao púlpito durante o encontro missionário
Bandeira de Angola apresentada na cerimônia
Altar com as bandeiras de Brasil e Angola
Ministério de louvor no encontro missionário
Congregação reunida em adoração
Irmãos em pé durante o culto missionário
Criança lendo a Bíblia diante da bandeira do Brasil
Confraternização após o encontro missionário
Mensagem do Rev. Antônio Bento — Igreja Ebenezer (Luanda, Angola)
Momentos do encontro missionário Brasil · Angola
“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”
— Marcos 16.15
Guaratuba · Oração na praia

Encontro na praia

Nas comemorações do aniversário do município, evangélicos de toda Guaratuba se reuniram à beira-mar em um grande momento de oração, unidade e gratidão a Deus pela cidade.

Multidão reunida na praia de Guaratuba em momento de oração pelo município
Pessoas reunidas no calçadão observando a oração coletiva na praia
Vista do nascer do dia durante o encontro de oração na praia
Vista lateral da orla com os participantes reunidos em oração
Participantes ajoelhados e com mãos levantadas durante o culto na praia
Panorama da praia de Guaratuba tomada por pessoas reunidas em oração
Itapoá · SC · Campo missionário

IPB Igreja Presbiteriana de Itapoá

A IPB de Itapoá – SC faz parte do trabalho missionário sob a administração da IPB de Guaratuba – PR. Uma comunidade que cresce em fé, comunhão e serviço, vivendo valores como amor mútuo, oração constante, servir juntos, graça divina e missão e fé.

Fachada da Igreja Presbiteriana de Itapoá - SC
Vista frontal da Igreja Presbiteriana de Itapoá - SC
Canto de louvores ao Senhor com Ludheiner, Sílvia, Lucélia e Elione na IPB Itapoá
Louvores ao Senhor · Ludheiner, Sílvia, Lucélia e Elione
Comunhão · Família

Heron e família na igreja

Um momento especial de Heron e sua família em frente à Igreja Presbiteriana de Guaratuba, celebrando a comunhão, a fé e o privilégio de caminhar juntos na casa do Senhor.

Heron e família reunidos em frente à Igreja Presbiteriana de Guaratuba
Guaratuba · PR · Cidade & Fé

Nossa Guaratuba, mensagens de paz

Cenas do nosso município acompanhadas de versículos e reflexões bíblicas — um convite à contemplação da obra de Deus em cada paisagem de Guaratuba.

Guaratuba — Celebrar com gratidão

Celebrar com gratidão

“Tudo o que respira louve ao Senhor.” — Salmos 150:6

Como as luzes que iluminam o céu de Guaratuba em festa, a vida do cristão é chamada a brilhar em gratidão. Cada nova data celebrada é um lembrete da fidelidade de Deus sobre nossa cidade.

Guaratuba — Pontes de paz

Pontes de paz

“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” — Mateus 5:9

Assim como a ponte que une caminhos sobre as águas, Cristo é a ponte que nos reconcilia com o Pai. Em Guaratuba, oramos por uma cidade unida pela paz que vem do Senhor.

Guaratuba — Ao longo da orla

Ao longo da orla

“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus.” — Salmos 46:10

A brisa do mar e o sussurro das palmeiras nos convidam a parar e contemplar a bondade do Criador. Que cada manhã na orla seja um culto silencioso de adoração.

Guaratuba — Vista do alto

Vista do alto

“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” — Salmos 19:1

Vista do alto, Guaratuba revela ilhas, rios e montanhas — uma sinfonia visual da criação. Tudo isso fala do amor cuidadoso de Deus por esta terra e por seu povo.

Guaratuba — Refúgio entre montanhas

Refúgio entre montanhas

“Elevo os meus olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor.” — Salmos 121:1-2

As serras que abraçam Guaratuba nos lembram que nosso refúgio não está nelas, mas Naquele que as fez. Em Cristo encontramos descanso e segurança.

Guaratuba — Novas misericórdias

Novas misericórdias

“As misericórdias do Senhor são novas a cada manhã.” — Lamentações 3:22-23

Cada amanhecer no litoral é um sermão silencioso: Deus renova suas misericórdias dia após dia. Que comecemos cada manhã com fé renovada e coração agradecido.

Guaratuba — Guaratuba, terra abençoada

Guaratuba, terra abençoada

“Bem-aventurada a nação cujo Deus é o Senhor.” — Salmos 33:12

Em meio às cores e à alegria do nosso povo, oramos para que o nome de Jesus seja conhecido e amado em cada esquina, praia e família desta cidade.

Guaratuba — Entardecer de fé

Entardecer de fé

“A paz vos deixo, a minha paz vos dou.” — João 14:27

O céu em chamas no fim do dia nos convida ao silêncio e à oração. Que a paz de Cristo, que excede todo entendimento, guarde os corações de Guaratuba.

Ministérios

Um lugar para cada geração e vocação.

Da infância à terceira idade, há um ministério onde você pode crescer espiritualmente, servir e fazer parte do corpo de Cristo.

EBD Kids

Ensino bíblico lúdico para crianças com material próprio e equipe preparada.

Mocidade (UMP)

Encontros semanais para jovens, com louvor, estudo e comunhão.

Encontro de Casais

Edificando lares cristãos à luz da Palavra de Deus.

SAF

Sociedade Auxiliadora Feminina — serviço, oração e ação social.

UPH

União Presbiteriana de Homens — liderança, serviço e fraternidade.

Diaconia & Ação Social

Apoio a famílias em vulnerabilidade e dependentes em recuperação.

Congregação reunidaInterior preparado para o culto
Você é bem-vindo

Mais que uma igreja — uma família.

Se esta é sua primeira vez ouvindo falar de Jesus, ou se você busca uma comunidade onde possa ser acolhido sem julgamento, queremos te receber. Marque uma visita ou venha em qualquer culto.

Acolhimento personalizado para visitantes

Aconselhamento bíblico e oração

Discipulado para novos cristãos

Ação social para famílias da comunidade

Espaço do Cristão

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Uma palavra de gratidão

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria."

— 2 Coríntios 9:7

Oração de agradecimento

Senhor, agradecemos por cada irmão e amigo que contribui com a Tua obra. Que a Tua mão poderosa multiplique cada oferta, abençoe abundantemente quem doa e nos use como instrumentos do Teu Reino aqui em Guaratuba. Em nome de Jesus, amém. 🙏

Que Deus abençoe ricamente sua vida e sua família!

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Endereço
Rua Moisés Henrique de Carvalho, 327 — Guaratuba, PR, 83280-000
Telefone / WhatsApp
(41) 98779-2929
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